"Me movo como futuras educadoras, porque, primeiro me movo como gente." 📚🌻💛🎨

sábado, 2 de agosto de 2025

Privacidade e Proteção de Dados: 🚨

 Privacidade e Proteção de Dados: 🚨



No nosso último encontro, na aula da professora Sule, discutimos sobre privacidade na internet e a importância de proteger nossos dados pessoais. Como futuras professoras, vimos que é urgente aprender e ensinar para que crianças e adolescentes usem a internet com segurança e responsabilidade.

Notamos que atitudes simples, como aceitar termos sem ler, compartilhar localização em tempo real ou descartar documentos com informações pessoais sem cuidado, podem expor dados e trazer problemas sérios. Muitas vezes, a gente nem percebe o quanto isso é perigoso, ainda mais para as crianças que ficam sozinhas com as telas.

Também falamos sobre o perigo de senhas fáceis, clicar em links suspeitos e conversar com desconhecidos em jogos ou redes sociais. Sabemos que muita gente até mesmo adulto, comete esses erros, por isso a escola junto com os responsáveis, possuem um papel fundamental em orientar os jovens.


Um ponto importante que ficou foi o que significa realmente privacidade. Mesmo com crianças nascendo conectadas, elas desconhecem os riscos reais da internet, como adultos desprezíveis, que se passam por crianças em jogos para enganá-las. Por isso, esse tema precisa estar sempre nas escolas e nas famílias.

Além disso, entendemos que o uso de plataformas digitais nas escolas, como sistemas para notas e tarefas, traz um desafio a mais, proteger os dados pessoais de alunos e professores.

Saímos desse encontro com ainda mais certeza de que educação digital não é só usar tecnologia para aprender, mas incluir conversas sobre segurança, proteção de dados e respeito no mundo virtual. A privacidade digital é um direito que precisa ser garantido para todos!!!

Entendemos que é um desafio, mas também uma chance de ensinar diferente. Queremos e esperamos ser professoras que ajudam os alunos a navegar na internet com consciência e proteção.

Com isso, entendemos que conhecimento protege e que nossa respomsabilidade é garantir que ele chegue para todo mundo de forma clara e acessível.

segunda-feira, 28 de julho de 2025

Criança, Adolescente e Tela na Educação!


💭No debate com os colegas, escolhemos refletir sobre o tema “Criança, Adolescente e Tela” porque é algo muito presente no nosso cotidiano e que vamos enfrentar como futuras professoras.

Percebemos que as crianças e adolescentes estão sempre conectados, principalmente em casa, usando celulares, tablets, enfim... Mas nem sempre elas têm clareza sobre o que estão consumindo. Durante a aula, a professora compartilhou que quando era criança, assistia aos comerciais da Xuxa e queria tudo o que ela mostrava. Iss9o nos fez pensar como as mídias influenciam diretamente os desejos das crianças, e hoje isso acontece de forma ainda mais intensa, muitas vezes com propagandas escondidas nos vídeos das redes sociais, como o Youtube e Tiktok, os aplicativos mais utilizado pelas crianças.

Uma colega de turma comentou durante a conversa que os desenhos que as crianças assistem podem ser escolhidos com intenção, optando por aqueles com cores mais suaves e menos estímulos, como os desenhos antigos, ao invés dos atuais, cheios de luzes neon e sons altos que podem deixar as crianças superestimuladas. Essa é uma estratégia pedagógica que mostra a importância de mediar o que as crianças consomem para proteger seu desenvolvimento.

Falamos também sobre os riscos do uso excessivo das telas, como o sedentarismo, ansiedade e dificuldades de concentração. Por outro lado, se usadas de forma consciente, as tecnologias digitais podem sim contribuir para o aprendizado e a criatividade das crianças.

Na escola, o uso do celular para fins pedagógicos é permitido, mas infelizmente muitos diretores ainda não autorizam. Isso dificulta que os professores integrem as tecnologias no processo de ensino. Por isso, a maior parte do contato das crianças com as telas acontece em casa, com o acompanhamento das famílias. Mesmo assim, o professor tem um papel fundamental em orientar os estudantes sobre o uso responsável e crítico dessas tecnologias.

Acreditamos que a escola precisa estar mais aberta para discutir e integrar a tecnologia nas práticas educativas, sempre pensando no que é melhor para o desenvolvimento dos estudantes. O professor deve apoiar os alunos para que saibam questionar e refletir sobre o que consomem no mundo digital, evitando que as telas sejam usadas sem sentido.

💛Para finalizar, a gente sabe que uma coisa boa da infância é aquele momento de acordar e assistir ao desenho favorito, daqueles que combinam com a idade da criança e que ficam guardados na memória com carinho. Isso mostra que, quando a tecnologia é usada com cuidado ela pode ajudar a criar lembranças e experiências legais e importantes na vida das crianças.



quarta-feira, 23 de julho de 2025

Podcast: PodDivas!!

 PodDivas 




Nosso Tema foi a  Estratégia Nacional de Escolas Conectadas.

No episódio de hoje do PodDivas, debatemos como a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas pode transformar a educação pública no Brasil, garantindo internet de qualidade, tecnologia e formação para professores. Conversamos sobre desafios, impactos sociais e a importância da inclusão digital nas escolas.

🎙️ Duração: 8 minutos

👩‍🎓 Produção: Grupo 6 | Educação, Comunicação e Tecnologias Digitais | UFS | 2025.1

domingo, 20 de julho de 2025

O Direito a Comunicação!!

 O Direito a Comunicação



Na última quinta-feira, participamos de um bate-papo muito importante sobre o Direito à Comunicação. Nós, Maria Eduarda e Maria Roberta, assistimos ao debate e também ao podcast "Fala que Escuto", que abordou esse tema de forma clara, acessível e reflexiva.

Durante a conversa, percebemos que o Direito à Comunicação não significa apenas ter acesso à internet, celular ou televisão. Vai muito além disso. Esse direito garante que todas as pessoas tenham espaço para falar, expressar suas opiniões, serem ouvidas e participarem ativamente das decisões da sociedade. Sem comunicação, muitos outros direitos acabam sendo negados, porque é por meio dela que conhecemos, reivindicamos e defendemos nossas necessidades e nossos sonhos.

Algo que chamou muito nossa atenção foi pensar na comunicação como uma forma de poder. Quem controla a informação controla também ideias, opiniões e decisões. Isso faz a gente refletir sobre a responsabilidade de quem trabalha com comunicação e sobre a importância de democratizar o acesso para que todos tenham voz, principalmente os grupos que historicamente foram silenciados, como indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e comunidades periféricas.

Também refletimos sobre o papel da escola nesse processo. A educação tem a missão de ajudar as pessoas a desenvolverem seu pensamento crítico para que não aceitem qualquer informação sem refletir, além de criar espaços de fala seguros para todos os estudantes. Quando professores incentivam o diálogo, estão fortalecendo o Direito à Comunicação, pois ensinam a importância da escuta e do respeito às diferentes opiniões.

Para nós, Maria Eduarda e Maria Roberta, esse tema trouxe um aprendizado que vamos levar para a vida. Entendemos que a comunicação deve ser um direito garantido para todos, sem exceção, e que precisamos exercitar a escuta ativa e o diálogo no nosso dia a dia, na sala de aula, em casa, nas redes sociais e em todos os espaços em que estivermos. Assim, contribuímos para construir uma sociedade mais justa, inclusiva e democrática.



terça-feira, 1 de julho de 2025

Tecnologia na educação: reflexões de duas futuras professoras

 💬 Tecnologia na educação: reflexões de duas futuras professoras


 No debate em sala, vimos como as políticas públicas de tecnologias transformaram a educação ao longo do tempo. Esse tema mostra que a tecnologia nunca esteve separada da escola. Desde o rádio educativo e a televisão no século XX até a internet, os aplicativos e agora a inteligência artificial no século XXI, sempre existiram recursos que mudaram a forma de ensinar e aprender. Antes, eram vistos como algo a mais, mas hoje se tornaram parte essencial do dia a dia escolar.


 A TV Escola, por exemplo, ampliou o acesso a conteúdos que antes não chegavam a todos. O ProInfo levou computadores e formação para professores. O programa Um Computador por Aluno tentou garantir um notebook para cada estudante, mesmo com dificuldades na prática. O PNLD Digital trouxe livros e materiais digitais que facilitaram o trabalho em sala. Tudo isso mostra que, para existir educação de qualidade, a escola precisa ter estrutura tecnológica e acesso garantido para todos.


👩‍🏫 Eu Maria Eduarda, percebo que essas políticas públicas mostram como a educação caminha junto com a tecnologia. Não adianta ter tecnologia se não existir formação para o professor e condições adequadas na escola. Vejo que nosso papel como futuras professoras não é só saber usar aplicativos ou sites. Precisamos entender como a tecnologia muda a forma de ensinar e aprender, pensar em práticas que façam sentido para cada turma e não esquecer que o mais importante é o estudante aprender com autonomia, criatividade e consciência.


👩‍🏫 Eu Maria Roberta, digo que pra mim, esse debate trouxe clareza sobre o quanto a tecnologia pode incluir ou excluir. A TV Escola, por exemplo, foi muito importante, mas hoje só ela não basta. Precisamos conhecer outras ferramentas e ter internet que funcione para todos. Com a chegada da inteligência artificial, como o ChatGPT, vejo que o professor não perde valor. Ao contrário, nosso trabalho fica ainda mais necessário, porque somos nós que vamos orientar os alunos para usar esses recursos com responsabilidade, ética e criticidade. Quero ser uma professora que ensina os alunos a pensar além do que está pronto.


 Essas discussões nos fazem perceber que a tecnologia não substitui o educador, mas transforma seu papel. Cabe a nós, como futuras professoras, usar essas ferramentas de forma crítica e criativa, colocando o aluno no centro do processo. Conhecer as políticas públicas de tecnologia na educação nos ajuda a planejar melhor as aulas e também a lutar para garantir que todos os estudantes tenham o direito de aprender com qualidade.


🧩 A tecnologia muda rápido, mas os valores que sustentam a educação continuam os mesmos: cuidado, diálogo e respeito ao tempo de cada um. É isso que queremos levar para nossa prática docente.




segunda-feira, 9 de junho de 2025

Liberdade para aprender, criar e ensinar



💻 Liberdade pra aprender, criar e ensinar 



Falar sobre software livre vai muito além da escolha de um programa de computador. É pensar educação com liberdade, colaboração e autonomia. Na escola atual, cada vez mais conectada e atravessada por tecnologias, é urgente refletir sobre quem controla os sistemas que usamos, quais dados são coletados e como isso afeta professores e estudantes.

Discutir algoritmos e vigilância digital também é papel do curso de Pedagogia. Esses sistemas não são neutros. Eles decidem o que aparece nas redes, o que é “importante” e o que é “descartável”. Entender esse funcionamento é essencial para formar educadores capazes de promover um ambiente mais justo, onde todos tenham voz e acesso ao conhecimento sem depender de empresas que impõem suas regras por trás de contratos e códigos fechados.

O software livre representa a chance de fazer diferente. Ele permite que qualquer pessoa conheça, adapte e compartilhe um sistema, quebrando barreiras que o modelo proprietário impõe. Quando professores têm acesso a esse tipo de recurso e compreendem seu potencial, criam novas possibilidades de ensino, mais inclusivas e participativas.

Ainda há muitos desafios nas escolas: falta formação adequada, falta apoio, e sobram dúvidas. Mas, quando se discute tecnologia com consciência, é possível romper com a lógica do consumo e abrir espaço para uma educação que realmente emancipa. A escolha do software que usamos em sala de aula também é uma escolha pedagógica e política. 

Por isso, é urgente que a formação docente inclua o debate sobre tecnologias livres. Não dá mais para deixar essa pauta apenas com os setores da informática ou com especialistas em tecnologia. Ela precisa estar dentro das licenciaturas, nos projetos pedagógicos e no cotidiano das escolas. O uso do software livre não é só uma questão técnica: é uma decisão sobre o tipo de sociedade e de educação que queremos construir.

Educar com base em liberdade e autonomia também é ensinar que podemos questionar, modificar e compartilhar o que nos é dado pronto. É formar sujeitos críticos diante das telas, dos aplicativos e das plataformas que usamos todos os dias. E isso começa com a consciência de que a tecnologia pode  e deve estar a serviço das pessoas, e não o contrário.

Quando professores se apropriam do debate sobre software livre, eles também se fortalecem como agentes de transformação. Porque ensinar, nesses tempos digitais, também é lutar por espaços mais abertos, inclusivos e democráticos dentro e fora da sala de aula.







terça-feira, 27 de maio de 2025

Documentário CibernéticA

   Mulheres na tecnologia



☺ Por Maria Eduarda e Maria Roberta ☺


O documentário CibernéticAs, conta  histórias reais de mulheres que trabalham na área da tecnologia, que por muito tempo foi dominada por homens. Ele mostra mulheres como Camila Achutti e Silvana Bahia, estão mudando esse cenário. A tecnologia não é só coisa de especialista, ela pode transformar o mundo, e isso tem tudo a ver com a pedagogia.

Além de falar sobre tecnologia, o documentário mostrou as dificuldades que essas mulheres enfrentaram e enfrentam, como o assédio e o preconceito, e como também muitas vezes elas não são levadas a sério só por serem mulheres. Isso faz com que muitas meninas desistam antes mesmo de tentar. Como estudantes de pedagogia, sabemos que entender essas dificuldades é importante para ajudar a criar um ambiente escolar que incentive a igualdade desde cedo.

Hoje, a tecnologia está presente em tudo, mas ainda falta espaço para as mulheres nesse meio. A pedagogia pode ajudar a mudar isso, ensinando tecnologia para meninas desde pequenas e criando ambientes seguros para elas aprenderem. Quando as mulheres ocupam esses espaços, mostram que outras também podem chegar, trazendo mais diversidade, igualdade e justiça.

Ver mulheres diversas liderando projetos tecnológicos incentiva outras meninas a acreditarem que também podem chegar onde quiserem. Na educação, é fundamental valorizar essa diversidade e mostrar que todos podem ser protagonistas, sem medo ou preconceito.

Percebemos que CibernéticA não é só um documentário, é um convite para refletir e mudar o que ainda está errado. Nele as mulheres denunciaram o machismo, valorizam quem resiste e lembra que a tecnologia precisa ser um espaço para todos, com respeito e inclusão. Para quem vai trabalhar com educação, essa mensagem é muito importante.

sábado, 17 de maio de 2025

Início de disciplina: gostinho de quero mais

 Primeira aula: 15/05


   ❤ Olá! Somos Maria Eduarda e Maria Roberta, estamos no terceiro período do curso de pedagogia. A Maria Eduarda é de Itabaiana e tem 17 anos, já a Maria Roberta é de Nossa Senhora da Glória e tem 21 anos. Neste espaço, vamos compartilhar nossas opiniões e visões semanais sobre a disciplina, relacionando os assuntos discutidos com nosso cotidiano e aprendizado.

 ✍ Na primeira aula, começamos a compreender que a disciplina não vai se limitar a conteúdos prontos, a professora Sule nos convidou a refletir. Uma coisa que nos chamou atenção foi a relação entre tecnologia e educação, especialmente dentro do nosso contexto da pedagogia. Esse tema, mesmo sendo algo que já vivenciamos no dia a dia de nossas vidas, nos fez perceber o quanto essas duas áreas estão interligadas.



 🌻 Hoje, a tecnologia está presente em praticamente todas as fases do processo educativo, desde ao planejamento do professor para as aulas, até as formas de ensinar aos alunos. Sentimos também isso na prática, muitas vezes, aprendemos muito mais rápido vendo uma vídeo aula ou acessando um aplicativo de estudos. Mas isso também traz desafios, não é sempre que o acesso é igualitário para todos.


🔎 Durante o nosso ensino médio estudamos em escolas estaduais, e diante do cenário atual, infelizmente tecnologia digital nas escolas públicas ainda é algo pouco visto, a Eduarda teve o primeiro ano do ensino médio de forma remota por conta da pandemia então mal tinha aulas, apenas os demais anos que foram presenciais, onde ocorreu o acesso a projetores, slides, existia alguns computadores na instituição, porém não havia uma disciplina ou um apoio dedicado a  ensinar a lidar com ferramentas digitais, como o Word, aprendi a partir de cursos e aulas online gratuitas.

📝 Já o ensino médio da Roberta, a partir do segundo ano foi totalmente remoto,no formato EAD,onde passou várias dificuldades e ao mesmo tempo a trouxe vários aprendizados em relação a tecnologia digital. E através disso,percebeu que se utilizado de forma correta, a tecnologia pode trazer vários aprendizados e conhecimentos adquiridos, infelizmente adquiridos por necessidade e sem um apoio, mas adquiridos. 

📚  Temos a perspectiva de que atualmente, temos muito mais facilidade, temos os celulares, canetas, wifi, em nossas mãos, no qual estes podemos usar para auxiliar no nosso aprendizado, comparado ao tempo de nossas avós que elas precisavam escrever em madeiras ou pedras e com um pedaço de carvão, se quisessem aprender a escrever os próprios nomes. Enquanto futuras pedagogas, entendemos como a tecnologia avançou, o quanto é importante, e como ela pode ser uma grande ferramenta na  educação, quando usada de forma correta e consciente. Com isso, a aula nos deixou com a ansiedade boa de quero mais!

Privacidade e Proteção de Dados: 🚨

  Privacidade e Proteção de Dados: 🚨 No nosso último encontro, na aula da professora Sule, discutimos sobre privacidade na internet e a im...