Mulheres na tecnologia
☺ Por Maria Eduarda e Maria Roberta ☺
O documentário CibernéticAs, conta histórias reais de mulheres que trabalham na área da tecnologia, que por muito tempo foi dominada por homens. Ele mostra mulheres como Camila Achutti e Silvana Bahia, estão mudando esse cenário. A tecnologia não é só coisa de especialista, ela pode transformar o mundo, e isso tem tudo a ver com a pedagogia.
Além de falar sobre tecnologia, o documentário mostrou as dificuldades que essas mulheres enfrentaram e enfrentam, como o assédio e o preconceito, e como também muitas vezes elas não são levadas a sério só por serem mulheres. Isso faz com que muitas meninas desistam antes mesmo de tentar. Como estudantes de pedagogia, sabemos que entender essas dificuldades é importante para ajudar a criar um ambiente escolar que incentive a igualdade desde cedo.
Hoje, a tecnologia está presente em tudo, mas ainda falta espaço para as mulheres nesse meio. A pedagogia pode ajudar a mudar isso, ensinando tecnologia para meninas desde pequenas e criando ambientes seguros para elas aprenderem. Quando as mulheres ocupam esses espaços, mostram que outras também podem chegar, trazendo mais diversidade, igualdade e justiça.
Ver mulheres diversas liderando projetos tecnológicos incentiva outras meninas a acreditarem que também podem chegar onde quiserem. Na educação, é fundamental valorizar essa diversidade e mostrar que todos podem ser protagonistas, sem medo ou preconceito.
Percebemos que CibernéticA não é só um documentário, é um convite para refletir e mudar o que ainda está errado. Nele as mulheres denunciaram o machismo, valorizam quem resiste e lembra que a tecnologia precisa ser um espaço para todos, com respeito e inclusão. Para quem vai trabalhar com educação, essa mensagem é muito importante.

Muito obrigada🥰
ResponderExcluirGostei bastante da reflexão final de vocês pois, nós educadores também precisamos de apoio e respeito, não pelo fato de sermos mulheres mas, porque a sociedade feminina também não é unida.
ResponderExcluirQual das duas (Juliana e Milena ) escreveram esse comentário. Não tenho como registrar os comentários se não tem identificação.
ExcluirObrigada meninas!!🥰
ResponderExcluirRealmente é como vocês disseram. Num mundo em que vários espaços foram sempre liderados por homens, a gente só encontra dificuldades para o lado da mulher. É importante observar como a inserção feminina dentro da tecnologia é um passo muito grande para quebrar essas barreiras, em conjunto à educação, que influencia na formação das pessoas da sociedade. Adorei o texto de vocês, ao ler, encontrei mais pontos interessantes sobre esse tema.
ResponderExcluirMuito obrigada!!
ExcluirMuito real essa questão do incentivo que o documentário trás para mulheres que se sentem incapazes de serem grandes, que na maioria das vezes não atingem seu potencial por acreditarem que não devem ou que não são capazes disto. O relato dessas mulheres realmente mostra uma visão diferente.
ResponderExcluirArrasaram no entendimento de vocês baseado no documentário ❤️
Ass: Bianca
Ass: Bianca
ResponderExcluirMuito real essa questão do incentivo para outras mulheres, em um mundo tão preconceituoso e machista ver mulheres trabalhando com um meio tecnológico é uma forma de inspiração, já que muitas vezes as mulheres são retratadas como burras, incompententes.
Eduarda e Roberta, gosto muito quando refletem sobre a necessidade de criarmo um ambiente escolar que incentive a igualdade desde cedo. Contudo, precisamos conversar! Percebo nas duas postagens que vocês estão com dificuldades de entender as orientações. Vocês escolhem apenas um ponto e escrevem. As orientações não foram essas: temos um roteiro para cada escrita do diário que vai ajudá-las na estruturação das ideias e argumentações. Voltem nessa escrita e percebam se vocês refletiram mostrando: como a temática da cibernética se relacionam com a educação e a escola atual. Observe se abordaram mostrando a importância de discutir algoritmos, dados e vigilância no curso de
ResponderExcluirPedagogia. Vamos lá! Querendo conversar, podemos fazer! Mas, o que quero é que consigam fazer essa atividade de forma significativa, certinho?